segunda-feira, 30 de abril de 2012

Amar, verbo intransitívo

O amor... Ah, o amor!
O segundo que antecede o beijo, a vermelhidão do rosto, as pernas bambas, o estomago que faz parceria com o coração e vão até a China e voltam, a boca seca. As músicas até então patéticas, enfim começam a fazer sentido. Todas as definições do possíveis e imagináveis em um só sentimento, tão pequeno que cabe num coração, e tão enorme que ultrapassa a extensão do universo.
É sentir-se tão leve a ponto de sair voando, dançando, cantando. A vontade eloquente de viver eternamente, mas de morrer também, morrer de êxtase, de felicidade, de amor!
E continuar vivendo...
É o calor, é o frio, é o amor, é o ódio, é a tristeza, é a felicidade. É o fogo, é o gelo, é o sim, é o não. São os estranhos amores que nos fazem crescer e sorrir entre lágrimas.
Cuide apenas para não equivocar-se, amor é a maior antítese do mundo, mas só é amor se for recíproco, se for uma troca mútua, se for guerra e paz. E faça jus ao amor também, tem que amar com fé, tem que morrer de amor. Tem que doar-se de corpo e alma, por inteiro. Sendo assim, seja como for, é o amor.

P.S.: Nunca amei ninguém, e nem acredito no amor carnal, pois o mesmo é meramente psicológico :D

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